MAGNIFIC MATIFIC

Olá, todo mundo!
Gostaría de apresentar à vocês um premiado sistema de educação on line em matemática que super indico!!!!
https://www.matific.com

Tem 700 jogos incríveis para crianças do Jardim de Infância ao 6º ano!

Pais pagam um taxa mensal de aproximadamente R$ 7,00, para seu filho aprender matemática brincando!

Os professores tem acesso gratuíto e podem avaliar desempenho, programar aulas, selecionar jogos específicos para cada aluno e muito mais!
Quem tiver interesse me avise que eu encaminho para pessoa responsável.
O Country Manager dá toda assistência necessária aos professores e coordenadores para introduzir o sistema na escola.

Grande beijo,

A encantadora de baleias

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O filme é de 2002, e finalmente consegui reassisitir ( Netflix)!!!

A tribo Maori, que vive no leste da Nova Zelândia, acredita ser descendente de Paikea, o domador de baleias. Segundo a lenda, há milhares de anos a canoa de Paikea virou em cima de uma baleia e ele, cavalgando-a, liderou seu povo até um local para viver. A tradição da tribo Maori diz que o primeiro filho do chefe da tribo seria considerado descendente de Paikea e líder espiritual do povo. Porém, após a morte do atual líder, quem deve assumir o posto é sua irmã, Pai (Keisha Castle-Hughes), uma garota de apenas 11 anos.

No entanto,  Pai precisa enfrentar a resistência de seu avô, Koro (Rawiri Paratene), que insiste na manutenção da antiga tradição de que o chefe da tribo deve ser um homem e portanto ignora sua neta.

Um filme sensível que mostra tanto as lindas paisagens da ilha, como a rica cultura Maori.Aborda com delicadeza  o choque entre as antigas tradições e a atualidade, mostrando com fidelidade como estas se misturam ao longo das gerações.

Fica a preciosa lição  da necessidade de transformação daquilo que não funciona mais, colocando em movimento o estagnado,  o velho e o enrijecido, como por exemplo, o poder supremo do patriarcado  que confere status  apenas ao homem. O filme trata , deste modo, da resistência  e da coragem do matriarcado para assumir um lugar de honra, como merecido.

Também ensina como devemos preservar aspectos positivos da cultura, uma vez que,  por meio de seus ritos e tradições   mantém o povo unido  e conferem identidade às pessoas, permitindo unir o terreno ao sagrado e  o concreto ao imaginário.

O Menino e o mundo

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Fiquei , literalmente, maravilhada com essa animação de Alê Abreu e trilha sonora inconfundivelmente de Naná Vasconcelos e outras tantas feras.

Um  vasto mundo de potencialidades nasce em giz de cera no branco do papel, provando o quanto a simplicidade pode ser profunda.

Numa linguagem que antecede o verbal, aqui  o simbólico é rei. Imagético como o inconsciente, conta a história de um menino em busca de seu pai nos infinitos mundos de hoje. Sim, uma pluralidade de possibilidades  que contrastam o rico e o pobre, a cidade e o campo, o adulto e a criança, a alegria e a tristeza, a espiritualidade e o materialismo…. fazendo do real e do fantástico, um só, em nossos corações.

A Família na Contemporâneidade oficina Nina Veiga, by Diké.

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Nossas ferramentas são objetos estruturantes.

Então que se torne bom, aquilo que pretendemos fazer, porque nada é bom “a priori”.

Fazer um brinquedo é construir um objeto que vai construir o mundo e reproduz um modo de existir. É ético, estético e político. Não há nada na estética que não produz efeito.

Como construir uma família que na contemporâneidade nos obriga a reestruturar sempre?

O intelecto domina, verticaliza, centraliza. A vida vive e não consegue ficar num lugarzinho definido, ela quer tudo junto.

O intelecto quase não sorri, fruto de uma escola que não é mediada pela vida viva. É bom começar TUDO pelo coração.

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De 4,5 à 6 anos a criança é imaginação, puro movimento. Depois , vem a imitação. Fazer cada vez mais cedo não é força, é sintoma.

Ideais produz em mim uma sensação de inadequação frente ao mundo, sempre aquém do modelo. O intelecto produz inadequações, cita regras. O arquétipo é força, não está na forma e sim na intensidade. Supera qualquer coisa.

A saúde de cada um é nele mesmo.

Celebrar a incrível singularidade do ser. Se não tem o que deveria ser ( imposto pela cultura), sobra o que podemos desenvolver de bom. O amor não divide, só sabe multiplicar. Sai o modelo e entra em cena o possível. O humano não é uma imagem morta, são forças. Talvez, possíveis de serem investigadas. O que importa são as perguntas e não as respostas.

É o potencial do ser , sem moldes pré-estabelecidos. Nunca estaremos prontos, nunca estará perfeito. É legitimado naquilo que a gente é e apoiado naquilo que não damos conta.

Sabe quando você vai estar prontinha? Quando estiver debaixo da terra. Porque a vida nunca tá pronta!

O que importa são as relações que se tecem entre sí. O que interessa da onde vem? Interessa pra onde eu vou.

Idéia morta do mundo quer dizer como o mundo tem que ser. O conhecimento de biblioteca não serve quando tem um fazer separado da vida. A vida viva integra, a mente intelectiva separa , divide e depois fica brigando. O mundo não é para se saber, o mundo é para se viver. A vida viva é puro não sei, é desafio, mistério.

O mundo para ser transformado não precisa ser destruído, pode ser inventado.

A única coisa que sabemos é que o novo sempre amanhece. Faz primeiro, lança seus fogos de artifício e depois vê onde cai e , se precisar, corre para apagar!

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O trabalho manual é feito sob a barriga. Quando calo a minha boca, outras forças falam.

Não se aprende antes para ensinar depois. O professor é aquele que de repente aprende. O próprio fazer, inventa técnicas. É a educação viva. Como confiar no processo do outro? Como confiar ao outro o poder? O que quero aprender está apoiado em quem eu sou.

A higienização da existência  é feita em nome da ordem, do intelecto, da regra. É cuidar do outro sem estrutura de poder vertical. Legitimemos o inadequado!

Um manual do que pode e do que não pode, não tem relação, pois o que media está fora. O único valor de que se pode garantir é da sua implicação no mundo. Fazer ciência que é a favor da vida e não a enquadre, vir a serviço da vida. Para que consertar a criança?

O sentido da vida está nela mesma. Nada nos acontece no passado , nem no futuro. É a presentificação. Quando você aponta, só a ponta do dedo implica. Viver é muito melhor do que dar certo!!!