…porque neste friozinho…tudo que precisamos é de muito amor!

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A natureza do brincar

O ato de  brincar tanto  como os brinquedos são originários da natureza, do corpo e do meio ambiente. O rosto, as mãos, os pés,  a folha, a borboleta, a árvore, o rio, as pedrinhas e os animais, por exemplo, são os primeiros objetos-brinquedos da criança. Posteriormente, os primeiros objetos-brinquedos manufaturados pelo homem, como a boneca por exemplo, também se originaram da natureza, pois eram construídos de barro, argila,  ossos, madeiras e outros elementos naturais.

“[…]as condições em que é possível brincar são aquelas em que o indivíduo  que brinca é sujeito da brincadeira, e não mero expectador, passivo, como também é provocado, desafiado. A rigor, nenhum brinquedo ou jogo pode ser assim designado sem a ação de quem brinca. Está condenado a ser apenas um objeto qualquer enquanto não for ‘jogado’. O que faz um brinquedo ser brinquedo é a ação de quem  brinca.”

Cristiane Richter

Brincar

Nossa biografia lúdica começa a ser escrita no útero materno, quando ainda, enquanto fetos, brincamos com o corpo chupando o polegar e chutando em resposta às carícias da mãe. A partir do nascimento a brincadeira continua através dos sentidos e dos  exercícios motores  espontâneos. Fazendo os primeiros movimentos,  apreendemos o corpo, olhamos ao redor, e assim despertamos de curiosidade para nós mesmos e para o ambiente que nos cerca.  Partindo dos reflexos e da imitação, estabelecemos vínculos, sociabilizamo-nos.

O seio oferecido, o olhar, o contato com a face da mãe,  são os primeiros brinquedos do bebê, depois ele percebe suas mãos, pés e nariz, despertando os sentidos para um mundo de descobertas. Trata-se da aventura de explorar-se e explorar o mundo.

“No ciclo da vida sempre há de ser assim. No começo, a criança é seu próprio brinquedo, a mãe é seu brinquedo, o espaço que a cerca, tudo é brinquedo, tudo é brincadeira.” 

Cristiane Richter